quinta-feira, 26 de maio de 2011

Maternidade

o momento mais esperado do casal: A ida para maternidade, arrumar a malinha da mãe e do bebê, da mãe é fácil, mas e a malinha do bebê, será que é fácil? Pois se deixar a mãe quer levar todo guarda-roupinha... rsrsrs


O QUE A MÃE DEVE LEVAR A MATERNIDADE?


Sabem que a mala da mãe e a bolsa do bebê devem estar prontinhas para a chegada a hora de irem à maternidade a partir da 36º semana de gestação. Não deixe para se organizar na última hora, pois seu bebê poderá ser apressadinho e resolver chegar antes do tempo.


A mala da mãe deve conter no mínimo:
2 camisolas
2 sutiãs de amamentação
2 cintas ou calcinhas-cintas
3 calcinhas
1 caixa de absorvente para seios
1 pacote de absorvente pós-parto
itens de higiene pessoal
e maquiagem se quiser, afinal a mãe vai receber visitinhas e quer estar bonita.


A bolsa do bebê deve ter no mínimo:
3 conjuntinhos completos (calça, camisa de manga ou body, meias e luvas)
1 conjuntinho completo para saída da maternidade
1 manta
pente ou escova de cabelo
3 fraldas de pano
1 par de brincos (caso deseja furar as orelhinhas do bebê ainda na maternidade)


DICAS


Em um saquinho plástico coloque a 1º roupinha que você quer que seu filho use logo após o nascimento, acrescente as meias e luvas, caso esteja muito frio. Use uma etiqueta para fechar o saquinho e nela escreva: "1º troca".
A mãe pode fazer o mesmo com a 2º roupinha e assim até o dia da ida para casa, pois fazendo dessa forma, a bolsa do bebê ficará organizada, e não corrre o risco de deixar nenhuma peça de roupa cair no chão ou até mesmo esquecer na maternidade. Assim vai encontrar tudo com mais agilidade.
Pomada para assadura e sabonete líquido são itens que toda maternidade tem, não precisa se preocupar!


SUPER DICAS PARA MÃES DE PRIMEIRA VIAGEM


Aceite ajuda, para o bem de todos - se você faz questão de assumir todos os cuidados com o bebê, vai precisar de auxilio para organizar o resto, como a casa, por exemplo. Aos poucos, é provável que você perceba que o apoio de pessoas de confiança é melhor para a família. Isso inclui a participação do pai, que é indispensável. No ínicio ele pode se sentir um tanto isolado cabe à mãe tentar envolvê-lo na relação. O pai pode se revezar com a mãe na hora do banho e de trocar fraldas, entre outras tarefas. Isso sem contar no apoio psicológico, que faz a diferença enorme. A vida do casal não pode ficar em segundo plano, tanto que o casal precisam de um tempo livre para sair vez ou outra, nem que seja para tomar um sorvetinho... rsrs


Converse com outras mães - trocar figurinhas com outros pais vai fazer com que você se sinta mais segura, principalmente ao descobrir que não é a única mãe do mundo que pensou em colocar um espelhinho no nariz do bebêpara ver se ele estava respirando. Se durante a gestação a barriga era um ponto de referência para puxar assunto com outras grávidas, agora o olhar se vira para carrinhos e afins, portanto não perca a oportunidade de conversar com as mães que cruzarem o seu caminho, seja na rua, seja no playground ou na sala de espera do consultório médico.


Acredite no instinto maternal - conselhos de pessoas experientes ajudam, mas é importante tomar cuidado com os palpiteiros de plantão. Não há dúvidas de que a mãe é a pessoa mais indicada para cuidar do bebê, afinal ela o conhece melhor do que ninguém. As mães de 1º viagem costumam ficar divididas entre o que dizem as amigas, a própria mãe e o pediatra. O ideal é seguir o bom senso, na maioria das vezes como você vai comprovar com tempo, coração de mãe não se engana.


Amamentar (se possível) é a regra nº1 - os benefícios do aleitamento são indiscutíveis, tanto para mãe quanto para o bebê. Só para citar alguns: imuniza a criança contra infecções, favorece o desenvolvimento dos músculos faciais do bebê, diminui os riscos de sangramento pós-parto e câncer de mama, fortalece o vínculo entre mãe e filho. Até o sexto mês de vida, o leite materno é o único alimento de que o bebê necessita. Mas é importante que as mães sejam paciente, pois a amamentação é um aprendizado, as vezes mãe e filho não se entendem de imediato, levando algum tempo para se adaptar. O processo pode ser facilitado com alguns truques e uma dose extra de boa vontade, porém se por algum motivo a mãe não tiver condições de amamentar, não precisa se sentir culpada, o bebê crescerá normalmente.


Não fique obcecada com o peso - é melhor se conformar: dificilmente você perderá em duas semanas os quilos que levou nove meses para adiquirir. As mulheres acham que já vão sair da maternidade magrinhas. Fique ciente que depois do parto a barriga costuma parecer a mesma do quinto mês de gestação, de fato o corpo precisa de alguns meses para retornar à forma antiga. É claro que a mãe pode ajudar, com as atividades físicas (com a liberação do obstetra) e uma dieta equilibrada, porém nada de exageros: remédios para emagrecer são proibidos para quem está amamentando... A propósito, o aleitamento é um ótimo exercício para perder aqueles aquilinhos, gasta em média 800 calorias por dia (200 a mais do que uma hora de ginástica).


Durma sempre que puder - nos 1º meses, o bebê não tem hora exata para mamar, embora costume chorar de fome num intervalo de duas e meia a quatro horas. Nesse período, também é o momento de trocar as fraldas, isso sem falar no banho diário e outros imprevistos, como aquele parente distante que ligou para saber das novidades. Resumindo, a jornada é longa e contínua! Por isso, um cochilo é bem-vindo a qualquer hora do dia... uma boa dica é descansar entre as mamadas, enquanto o bebê dorme, e não tenha vergonha de restringir o número de visitas. Lembre-se que quanto mais relaxada você estiver, melhor para o bebê. 


Pernas pra quem te quero - ficar em casa não soa nada animador, nã é? Especialmente para quem estava habituada a sair todos os dias para o trabalho. Assim que o pediatra der o aval, o que costuma ocorrer um mês após o nascimento, leve o pimpolho para passear. Depois do 1º mês o bebê deve tomar sol pela manhã, os raios solares são essenciais para a fixação da vitamina D, responsável pela absorção de cálcio no organismo  e portanto fundamental na formação óssea da criança. Além disso, existe coisa melhor do que receber elogios e sorriso por causa do filho? Quando os passeios forem mais longos, habitue-se a sair de casa carregada, a bolsa de passeio do bebê deve conter fraldas descartáveis, lenços umedecidos, pomada contraassaduras, fraldas de boca, babador, uma muda de roupa, forro para fraldários e etc... Tem ainda o carrinho ou o bebê conforto. 


Deixe a criança brincar - parece fácil mas não é, muitas vezes os pais iniciantes acreditam que o filho é tão frágil quanto porcelana. Se pudessem, deixariam o bebê numa bolha anti-séptica, longe de insetos e sujeiras. Acontece que a criança precisa deitar e rolar, literalmente, no chão para desenvolver suas habilidades cognitivas e motoras. A prtir do momento em que aprende a engatinhar, por volta dos 7 meses a criança quer conquistar o mundo, ou seja explorar cada centímetro quadrado da casa, tocando e levando à boca - todos os objetos possíveis e imagináveis que estiverem ao alcance. Com algumas medidas de segurança, como o uso de travas de portas e gavetas, grades, cantoneiras e protetores de tomada, a criança está livre para explorar o ambiente sem riscos. Além disso, mamãe, talvez a vitamina S (de sujeira) não seja tão importante para a saúde, mas dá um toque especial às brincadeiras. 


Contenha-se nas compras - Atenção para não levar para sua casa um acessório que a vendendora jurou ser indispensável para seu bebê, como aquele termômetro para medir a temperatura da água do banho, pois outros poderão ser encontrados em modelos mais simples e mais baratos. Um bom exemplo é o carrinho do bebê, que no geral quanto menos equipado mais prático e leve para carregar melhor. Para abater o orçamento, você também pode pedir emprestados alguns itens que a criança usará por poucos meses: moisés, bebê-conforto e roupas entre outros. E não precisa sentir vergonha, o hábito é praxe entre as mães...rsrsrs


Pais heróis não existem na vida real - mães infalíveis são um mito do folclore popular. Os pais têm de aceitar as próprias limitações, errar faz parte, o segredo além de manter a calma, é observar a criança com atenção. Toda vez que algo der errado, os pais devem mudar de estratégia até descobrir a que melhor funiona com o filho. Se o bebê reclamar de uma determinada posição enquanto estiver no colo por exemplo, tenta outra. Simples assim. O que acontece se você não tiver o plano B? Não precisa ter medo de chorar, pois é muito comum se sentir incapaz e abrir o berreiro por coisas banais, como uma fralda que vazou, nos 1º dias. O choro que é praticamente inevitável, é direito da mãe... ajuda a aliviar o estresse. E não se preocupe: as crianças costumam resistir à falta de experiência dos pais de 1º viagem sem grandes traumas, acredite!

CUIDADOS COM A MAMA

A preparação das mamas deve acontecer ainda durante a gestação. É nessa fase que as mamães de 1º viagem devem começar a aprender tudo o que envolve o aleitamento. A mãe pode procurar um pediatra durante a gestação para se interar sobre a importância da amamentação do bebê e os cuidados que deve tomar.

Existem algumas técnicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar probleminhas na hora da amamentação. A regra 1 é lavar o bico do peito apenas com água sem utilizar sabonetes (saiba que os seios já têm uma hidratação natural ideal que deve ser preservada), o banho de sol também é um dos melhores procedimentos para preparar os seios (de 10 a 15 minutos de sol antes das 10horas e depois das 15horas), a massagem também são simples de serem feitas e bastante indicadas pelo médico (segure o seio com as duas mãos sendo uma de cada lado e faça pressão até a base do bico, repetindo o movimento por 5 vezes com delicadeza porém com energia), é um procedimento que ajuda na "descida" do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia. As mulheres com bico do seio invertido devem fazer a massagem específica para estimular a saída do bico para fora, mas não se preocupem que muitas vezes durante a gestação ele sai naturalmente (a gestante pode fazer a massagem da seguinte forma: segure a extremidadedo bico com polegar e o indicador e rode os dedos como se estivesse aumento o volume de rádio).

O PRAZER DE AMAMENTAR O BEBÊ

Atualmente o aleitamento materno está na moda, porém a decisão quanto ao tipo de alimento, natural artificial ou misto e a forma com que será oferecido para o bebê pertence ao mãe e ao pediatra. É um direito seu e deveria ser decidido com toda a tranquilidade e sem culpa. Sabemos que o leite materno é um alimento completo que traz benefícios nutritivos e imunológicos à saúde do bebê e as 1º mamadas são importantes . Apesar disso, não são todas as mães que podem amamentar por várias razões dentre elas: mães portadoras de doenças infecto-contagiosa ou simplesmente por não o desejarem. Outras ainda amamentam apenas por se sentirem pressionadas pelo pai do bebê, pela família, amigos quando na verdade não sentem prazer nenhum, pelo contrário. Desta forma, torna-se prejudicial ao bebê e à relação entre eles, pois ele percebe como é desconfortável para ela amamentá-lo. Seria muito mais saudável se fosse respeitado o desejo de amamentar de outra forma e um bom pediatra poderá orientá-la melhor, embora amamentar seja um processo natural é preciso aprender o modo correto de colocar o seio na boquinha do bebê, para que não engula muito ar e o leite possa sair de forma adequada sem machucar o bico. Algumas mães desistem de dar o peito por surgirem pequenas dificuldades, por se sentirem frustradas e inseguras, porém é muito importante que seja conscientizadas sobre a possibilidade de oferecer o leite materno pelo menos por alguns dias mais, para que os bebês possam se beneficiar dos fatores imunológico transmitidos por elas e que irão protegê-los de infecções e outras doenças.

De qualquer maneira, é necessário esclarecer que mesmo as mães que optam pelo uso de mamadeira, também fortalecem o vínculo entre eles nesses momentos, bem como na troca de fraldas, no banho enfim em todos os cuidados básicos, a´lém de promoverem momentos de pura ternura e amor, respeitando as necessidades de seus filhos e estando po inteiro em cada atividade juntos.

AMAMENTAR CAUSA AFINIDADE COM SEU BEBÊ

Muito se fala dos benefícios que o aleitamento materno traz para a mamãe quanto para o bebê. Uma nova pesquisa indicou que quem amamenta tem uma afinidade maior com seu bebê, além de um forte vínculo entre os dois e as vantagens psicológicas e fisiológicas que a amamentação oferece, amamentar faz com que a mãe identifique o que seu bebê quer. A pesquisa acompanhou 20 mulheres que passaram por uma ressonância magnética funcional enquanto foram expostas as fotos de seus bebês ou ao choro deles. O resultado foi que a parte do cérebro responsável pelas emoções e motivação foi mais ativada nas mamães que amamentavam seus filhos. Isso quer dizer... que o cérebro da mãe é notadamente muito mais receptivo aos sinais do seu bebê do que as mulheres que oferecem mamadeira a criança. Portanto, os bebês que mamam no peito têm suas "vontades" reconhecidas mais prontamente do que aqueles que usam mamadeira. Acredita-se que essa diferença se faz por causa de um hormônio chamado ocitocina que é produzido durante a amamentação e que está relacionado também aos vínculos sociais. Amamentar estimula a produção do hormônio ocitocina e isso pode aumentar os cuidados e a atenção das mamães para seus bebês. Quatro semanas depois do nascimento, a diferença na atenção das mamães que amamentavam e a das mam~es que ofereciam mamadeiras já haviam diminuído, influenciando mais neste momento, a personalidade das mulheres e intensidade emocional nos cuidados com bebê. O estudo ressalta que esses resultados são importantes para as mamães que sofrem de depressão ou tenham problemas, como a pobreza, pois aumenta o vínculo entre mamãe e bebê, importantíssimo para o desenvolvimento global da criança.

O BEBÊ NÃO ENGORDA, SERÁ QUE O LEITE É FRACO?

O peso do bebê é uma preocupação constante no dia a dia da mamãe. "Será que ele comeu bem?", "Esse meu bebê parece fraquinho", "Mamou pouquinho." São questionamento que as mães fazem regularmente. Algumas dicas simples sobre a alimentação dos bebês podem responder as diversas interrogações na mente dos pais.

Saiba uma verdade que se não bem informadas deixa as mães de cabelo em pé: o bebê pode perder até 10 % do peso de nascimento na 1º semana de vida. Isso porque o bebê dentro da barriga não fazia esforço nenhum e assim que nasce precisa sugar, chorar, regular a temperatura do corpo e tudo mais que o bebê faz, aliada à descida do leite da mãe, que pode demorar alguns dias para descer ou mesmo regular a quantidade de leite que o bebê precisa. Um mito que é muito conhecido é que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco. NÃO existe leite materno fraco. Cada mãe produz o leite que seu bebê precisa e na quantidade certa. O organismo da mulher só precisa regular a quantidade de leite nos primeiros dias depois do parto. O mito do leite fraco apareceu quando algumas mães são posicionavam a pega do bebê ao bico de forma correta ou simplesmente ofereciam somente o primeiro leite que é mais aguado.

Para ficar bem claro o que é a "pega do bebê". Se o bebê abocanha somente o bico da mãe não conseguirá retirar muito leite do seio materno, pois essa não é a forma adequada. Além disso, o bebê causará ferimentos no bico e perda de peso. As bolsinhas que guardam o leite ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê deve abocanhar toda a aréola da mãe para que o leite sai de maneira adequada e sustente o bebê.


Segunda explicação: primeiro leite é mais aguado, logo que o bebê começa a sugar é retirado o leite materno que é mais rico em água. Por isso se diz que o bebê nos seis meses de vida não precisa nem de água, somente o leite materno. Depois de um tempinho, o leite que é retirado (tão logo saiu o leite mais aguado) é um leite mais rico em gordura sustentará e dará peso ao bebê. Neste caso, o ideal é que o bebê esvazie um peito, pois assim ele terá o leite aguado (normal ao sair logo de começo), além do mais rico em gordura que vem depois. Se ele beber um pouquinho de um peito e um pouquinho de outro, a probabilidade é que ele beba basicamente o leite "aguado". O certo é colocar o bebê em um peito e deixá-lo esvaziar e só depois oferecer o outro. Desse jeito a mamãe garante que o bebê retire o leite anterior, rico em água, e o posterior rico em gordura.

Fome - Um caso típico... o bebê é colocado no berço e não demora muito para começar a chorar de fome. A mamãe pensa que o leite é fraco. Erro dela, pois ela pode ter oferecido o leite rico em água, sustentando bem pouco o bebê que chora logo de fome e pode perder peso. O bebê pode mamar quando quiser, mas um bebê que fica quase uma hora no peito pode perder mais peso que um bebê que fica apenas dez minutos. Por que isso acontece? O bebê que perde peso mesmo ficando muito tempo pode estar abocanhado de maneira incorreta ou fazendo o peito de chupeta. Isso gera um grande esforço e perda de calorias. Consequentemente ele perde peso. Já o bebê que mama apenas dez minutos e ganha peso deve fazer a pega corretamente, mamar todo o leite anterior e posterior e fica satisfeito, não fazendo mais esforço do que precisa. Fique atenta mamãe, a todas informações mas não acredite em tudo que te falam. Pergunte sempre a um especialista o que é correto e siga as orientações sem"encucar" com os mitos.

TÉCNICAS PARA AMAMENTAR?
O momento da mamada é único e merece uma preparação toda especial. Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar a pega.
Existem três posições mais comum, mas nada impede mãe e bebê de acharem uma forma mais agradável de se acomodar na hora da mamada. A posição ideal é aquela onde ambos ficam confortáveis, com o bebê alinhado ao corpo da mãe.
A posição tradicional é a sentada, onde o bebê fica de frente pra mãe, barriga com barriga, e quanto mais colados estiverem, mais fácil é a amamentação. Na posição sentada inversa, a mãe deve segurar o bebê como se fosse uma bola de futebol americano, colocando o corpinho debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. A mãe apóia o corpo do bebê com o braço e a cabeça com a mão, essa posição facilita o bebê a pegar uma boa parte da auréola. Algumas mães, especialmente as que se submetem à cesariana, optam por amamentar os filhos deitadas, onde o bebê fica de frente para mãe, barriga com barriga.






Depois de achar a melhor posição, o primeiro passo é colocar o seio na boca do bebê, ao tocar o mamilo no lábio infeior do bebê ele abrirá a boca e nessa hora a mãe deve colocar ao máximo da auréola na sua boquinha, puxando firmemente a sua cabeça para a mama. Independentemente da posição que a mãe escolher para amamentar o bebê, é importante que ela esteja relaxada, confortável e bem apoiada, sem se curvar para frente ou para trás. O bebê, da mesma forma tem que estar posicionado corretamente, com o corpo junto ao da mãe, na altura da mama, os quadris seguros e o pescoço levemente esticado.

Para ter uma boa pega, a boca do bebê deve ser levada em direção ao mamilo e não ao contrário. A mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um "C". Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, com os lábios para fora, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito, e as mamadas serão grandes e espaçadas. Quando for tirar a criança do peito, é bom usar a técnica conhecida popularmente como "técnica do dedo mínimo", onde a mãe coloca o dedinho na boca da criança para enganá-la, ela aceita trocar o bico do peito pelo dedinho e assim não puxa o mamilo da mãe com força. Quando o bebê largar a mama, os mamilos devem estar levemente alongados e redondos. Amamentação com posionamento e pega corretos não dói, e é um momento bastante agradável para a mãe e para o bebê.

O PAPEL DO PAI NA AMAMENTAÇÃO

Amamentar não é tarefa fácil, principalmente quando a mulher tem que conciliar filhos, casa e marido. E é nessa hora que o papai surge para incentivar, ajudar e participar de todos os momentos, difíceis ou não. O pós-parto pode trazer uma tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação à sua própria amamentação. O apoio e incentivo do papai são essenciais para que a mamãe se reestruture, se reorganize e sinta-se capaz de amamentar.



A mamãe deve pedir que o papai participe da amamentação sempre que possível, pois a presença e carinho dele durante a amamentação fortalecem o vínculo afetivo entre ele, a mamãe e o bebê. Lembre-se que o bebê necessita de muitos cuidados e a amamentação demanda tempo. E esse tempo era o tempo que antes a mulher tinha para deixar a casa impecável, fazer refeições maravilhosas e se arrumar. Agora a mulher que já é mamãe encontrará dificuldades em fazer tudo o que fazia antes, além de cuidar do pequeno ser.

Pai perfeito - o papai deve ser compreensivo, não ser "reclamão" e ajudar nos afazeres domésticos, cuidados com o bebê e, principalmente, com os outros filhos (se tiver). A mamãe também precisa de descanso e de alguém como o papai que possa ajudar a cuidar do bebê no que se refere à troca de fraldas, banho, vestir e dar colo. Na hora em que a mamãe estiver amamentando, o pai pode levar líquidos como água e suco para sua esposa. Isso é um sinal de atenção. O período de amamentação requer a ingestão de bastante líquido. Brigas e discussões causam estresse na mamãe podendo prejudicar na descida do leite e comprometer o aleitamento materno tão importante para o bebê. A paciência deve ser uma das qualidades que o homem deve exercitar muito nesse período, ainda mais poruqe nessa fase a mulher fica cansada e por isso mais irritada e impaciente.

Como ajudar? Para incentivar o aleitamento materno, o papai deve ter atitude e não levar para a casa mamadeiras, chupetas ou latas de leite que podem levar ao desmame precoce. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, aliado ao amor dos pais, são o que o bebê mais precisa para crescer inteligente e saudável.





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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Gravidez


Pré-Natal

Durante a gravidez, muitas mudanças acontecem no corpo da mulher fazendo com que esse período exija cuidados especiais. Alias são nove meses de preparo para o nascimento do bebê, E é importante que toda a gravidez as futuras mães sejam acompanhadas por profissionais de saúde.  
Com os exames médicos realizados no pré-natal, é possível identificar e reduzir muitos problemas de saúde que costumam a atingir a mãe e seu bebê. Doenças, infecções ou disfunções podem ser detectadas precocemente e tratadas de forma rápida, o o ideal é a mãe já iniciar o pré-natal no primeiro  trimestre, assim que souberem da gravidez. Pois as consultas e exames permitem identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças transmissíveis pelo sangue de mãe para filho, como a AIDS e a sífilis. Algum desses problemas podem causar o parto precoce, o aborto e até trazer consequências mais sérias para mãe ou para seu bebê. 

Inchaço na Gravidez

Chamado pelos médicos de edema, acomete principalmente os membros inferiores no ínicio do sétimo mês de gestação. Isso acontece pela retenção de líquidos normal da gravidez e pelo útero que acompanhando o crescimento do bebê, começa a comprimir os vasos localizados na região pélvica (bacia), prejudicando o retorno do sangue que está nas pernas.
Para entender melhor, o sangue circula todo por vasos e é o coraçãi quem bombeia esse sangue, que quando está nos pés e pernas tenta retornar ao coração encontrando resistência, pois os vasos da região pélvica estão comprimidos pelo útero. O excesso de líquido que estava no sangue, ao encontrar a resistência do retorno, extravasa pela parede dos vasos, causando o inchaço dos pés e pernas.

Não se desepere
Esse é um inchaço normal da gravidez e que as mamães podem ficar despreocupadas, um trabalho de prevenção pode diminuir ou até nem deixar que o inchaço apareça.
O ideal é seguir algumas instruções antes mesmo de engravidar, excesso de peso facilita o aparecimento do inchaço, assim como o tabagismo e alimentação inadequada. Estar em forma com o peso e com a saúde tanto antes quanto durante a gestação é uma forma de evitar o inchaço.

Maneire no sal
Para amenizar o problema do inchaço, a mulher deve reduzir o sal da alimentação, pois o sal é um dos fatores de retenção de líquidos que leva a um maior inchaço.
Fazer caminhada e hidroginástica com recomendação médica também ajudam a aliviar esse mal. O uso de meia elástica pode ajudar, mas são muito quentes para se usar no verão.
Normalmente o inchaço aparece ao fim do dia, quando a mulher permaneceu muito tempo em pé ou sentada. a dica é elevar as pernas durante a noite, colocando-as em cima de um banquinho ou coloque um travesseiro embaixo do colchão para as pernas ficarem levemente erguidas, pois isso ajuda no retorno do sangue e o sistema circulatório funciona melhor.
A mamãe deve ficar atenta se o inchaço for intenso, principalmente se afetar muito as mãos, braços e rosto, se o ganho de peso for grande, quando houver formigamento dos braços, limitação de movimentos dos dedos das mãos e dor na região da nuca. Pois são sinais de problemas renais como diabetes gestacional ou pressão alta que podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Essas alterações são perigosas para a mãe e para o bebê.

Estrias pré e pós

Um fator determinante no aparecimento das estrias é a hereditariedade; de 70% a 90 % das gestantes terão uma marquinha esbranquiçada durante e depois das quarentas semana da gestação, e infelizmente essas marcas horrorosas na pele são algo comum mais após a gravidez.
É sabido que vovós, amigas ou conhecidas que já tiveram seus bebês sempre têm uma boa "receitinha" para que a futura mamãe se proteja contra as temidas estrias. Uma dessas dicas é a aplicação de manteiga de cacau no adbômen, seios e coxas, são regiões mais afetadas por essas marquinhas.

Conselhos para minimizar as estrias
A vitaminha E é uma das substâncias que mais tem eficácia na prevenção das estrias, pois mulheres que usaram hidratantes contendo alfatocoferol desenvolveram menos estrias.
Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado para evitar o excesso estiramento da pele, bebendo muita água ajuda a hidratar a pele por dentro que é o mais essencial. O "efeito sanfona" no corpo é extremamente maléfico, sendo um prato cheio para surgimento das estrias.
Outra recomendação importante: cuidado ao utilizar o hidratante nos seios, pois é uma região sensível e os mamilis estão se preparando para amamentação, o uso do hidratante pode deixá-lo com apele mais fina podendo ser causa das rachaduras durante a amamentação.


Infecção urinária

Umas das alterações comuns que acomentem a mulher durante a gestação é a infecção que atinge de 10 a 20% das gestantes. As mamães devem ficar atentas ao primeiro trimestre da gestação, periódo que normalmente aparecem os sintomas dessa alteração.
A presença de glicoso na urina da mulher grávida aumenta devido alterações hormonais que ocorrem nesse período deixando a uretra uma ambiente mais propício à proliferação de bactérias. Além disso, o hormônio progesterona que oferece condições da mulher ficar grávida relaxa os músculos da uretra diminuindo a velocidade do fluxo da urina dos rins para a bexiga aumentando os fatores favoráveis à proliferação de bactérias. Lembrando também que durante a gestação a resistência da mulher fica mais baixa sendo mais fácil o ataque de qualquer microorganismo.
A forma menos agressiva da infecção é a cistite, localizada na bexiga e a infecção mais grave é a pielonefrite localizada nos rins. As toxinas liberadas pelas bactérias desse tipo  mais grave de infecção podem causar contrações do útero levando ao trabalho de parto prematuro, abortamentos, hipertensão arterial, morte do beê e até mesmo da mãe quando a infecção se torna severa e generalizada.

Como evitar a infecção?
Como sempre, o pré-natal é essencial para que se tenha uma gestação mais saudável, em que busca evitar qualquer tipo de complicação. Nele o médico pede os exames de urina de três em três meses, diagnosticando a infecção urinária o mais precoce possível.
Existem algumas medidas que a gestante deve realizar para prevenção da infecção, como bebeer líquido durante todo o dia (de 1 a 2 litros), outra recomendação é ir ao banheiro com mais frequência não segurando o xixi (principalmente depois das relações sexuais).
O tratamento da infecção é feito com antibiótico indicado pelo seu médico para que não afete o desenvolvimento do bebê, pelo menor tempo possível, mas que seja um tempo seguro para um tratamento acertado e eficiente.


Desejos alimentares

Esquisitice no meio da madrugada. E coitado do marido que não satisfazer os desejos da sua mulher. O filho poderá nascer com a aparência do alimentação desejado ou com alguma características que lembre o desejo não satisfeito. Já imaginou seu filho com cara de mortadela? Grande parte acha que é mero capricho da mulher grávida, mas há fatores que podem determinar os desejos das gestantes em relação a essas esquisitices. Isso acontece geralmente no início da gestação podendo durar mais tempo.
Muitos elementos da gravidez podem gerar a vontade por comidas estranhas, a maioria das vontades tem como causa fatores hormonais, ou seja, as alterações dos hormônios que no início causam enjôo podem desencadear os desejos esquisitos.
Os hormônios prolactina e progesterona são os maiores responsáveis pela alteração do hapitite e a mudança do ph da boca, levando a gestante comer alimentos que antes não gostava, não comer suas comidas preferidas ou mesmo os alimentos com sabores estranhos. Especialistas relatam que carências nutricionais levam o cérebro da gestante a procurar alimentos que contenham os nutrientes estando em falta no organismo da mulher e que o bebê que está se formando pode precisar para seu pleno desenvolvimento. Por isso das misturas estranhas.

Carinho redobrado à mamãe
Há ainda o fator de insegurança e carência que a mulher grávida sente durante o período gestacional. A futura mamãe quer atenção sempre, principalmente do seu companheiro. A sensibilidade está à flor da pele, a mulher se sente feia e gorda, precisando do carinho de quem está a sua volta.
Essa sensibilidade provoca o desejo estranho da gestação e põe "à prova" a atenção do companheiro que tem que se desdobrar para realizar o desejo da amada. Assim, a futura mamãe se sente mais segura já que seu companheiro fez de tudo para satisfazê-la.
E um últomo fator que pode desencadear os desejos da mulher grávida é que comer libera substâncias no organismo que dão prazer e melhoram o humor. Só cuidado para não engordar mais o que deve, o ideal são ccerca de 12 quilos para não afetar a saúde da mamãe e do bebê.
Caso o desejo não seja satisfeito, não tem problema algum. O bebê não nascerá com a aparência do alimento desejado ou com alguma característica que lembre. O bom é procurar um nutricionista para que a preocupação com alguma carência nutricional seja zerada e um pré-natal realizado direitinho acabará as dúvidas.

Dores na coluna

Uma das maiores queixas das mulheres durante a gestação é a dor na coluna. Algo perfeitamente compreensível, já que a mulher grávida enfrenta uma série de transformações no corpo, principalmente grandes alterações hormonais.
As mudanças de níveis dos hormônios deixam os ligamentos do corpo da gestante mais elásticos e com maior mobilidade, tornando as articulações mais frouxas. Por isso, as articulações frouxas e em conjunto com aumento de peso podem ocasionar dores em quadris, hoelhos, tornozelos e especialmente na coluna.
Na tentativa de amenizar o peso, muitas mães colocam a barriga para a frente e o quadril para trás, acentuando a lordose normal do corpo e piorando as dores nas costas. As futuras mamães sedentárias são as mais propensas a terem dor nas costas para suportar peso extra. 

Atividades físicas
Como já não é novidade, a melhor solução para não sofrer tanto na coluna é a mulher começar a prática de exercícios físicos antes mesmo de engravidar, embora isso nem sempre seja possível, pois muitos bebês "aparecem" sem planejamento.
A realização de exercícios durante a gravidez, não exagerando no excesso de peso e a adoção de postura correta durante o sentar, carregar peso e dormir, previnem as dores na coluna. Ao sentar a mulher deve manter a coluna ereta em uma cadeira confortável, não carregar objetos pesados e dividir nas duas mãos, dobrar o joelho e não a coluna ao pegar algo no chão, e dormir de lado com travesseiro entre as pernas são medidas importantes na prevenção de dores na coluna.
Lembre-se, faça exercícios recomendados por um profissional qualificado e especialista em gestantes. Atividades programadas por profissionais não capacitados podem ter efeito contrário. A hidroginástica e a caminhada são atividades recomendadas para as futuras mamães.
O ideal é a prevenção das dores de coluna, mas ao aparecimento de qualquer dor durante a gestação, procure seu médico e peça orientações de como proceder sem causar danos à sua saúde e a do bebê.

Sexualidade na gestação e no período pós parto

A transformação do papel mulher-amante em mãe-mulher-amante não é nada fácil para a imensa maioria das pessoas. Por mulher-amante entendemos uma figura feminina voltada para si e para seu parceiro; ela tem tempo e grande preocupação em cuidar de si mesma e do outro, pode e quer se arrumar, praticar esportes, vivenciar a moda, curtir programas noturnos, restaurantes... Enfim, namorar. A chegada de um bebê, uma avalanche em qualquer família mesmo sendo a melhor e mais emocionante avalanche do mundo, transformação essa "namorada", subitamente na pessoa mais importante e responsável pela nutrição, carinho, crescimento e saúde de um ser que sequer existia até alguns meses atrás, mas ressaltando novamente um 'serzinho' novo que não era, até então, o foco do desejo sexual daquela mulher.
Após a famosa "quarentena" - período de cerca de 30 a 40 dias pós-parto em que não se deve ter relações sexuais - temos que mostrar aos nossos companheiros  que a aquela mulher-amante não morreu! Na verdade os parceiros aguardam ansiosamente por esse grande dia, o dia da libertação! Muito deles estiveram cultivando um jejum sexual desde os últimos meses da gestação, pois poucas mulheres conseguem ter relações normais até o parto, onde encontrem satisfação que sobreponha os incômodos da fase final da gestação. A ansiedade que banha esse momento de reestreia sexual no casal é grande; o marido sonha em reencontrar a mulher-amante, mas ela sabe que esse reencontro não será fácil.
A puérpera - nome dado à mulher que deu à luz recentemente - enfrenta uma redução muito acentuada na libido. Diversos fatores podem explicar tal situação, muitos relacionados aos altos níveis de prolactina, hormônio responsável pela manutenção do aleitamento, mas que também causa secura vaginal e diminuição do desejo sexual. Outros fatores estão relacionados ao cansaço próprio desta fase de grande privação de sono e também ao processo de cicatrização dos procedimentos utilizados no parto, quer tenha sido a episiotomia do parto normal ou a incisão cirúrgica da cesariana. A natureza nessa fase é bastante sábia: ela dificulta ao máximo a atividade sexual, reduzindo a libido, promovendo secura vaginal e dor ao ato sexual pela secura extrema, deixando a paciente num grau de cansaço que quando ela se deita, só pensa em dormir... tudo isso para evitar que ocorra a relação e, consequentemente que a mulher engravide novamente. Mas porque tudo isso? Porque se a mãe engravidar agora, o aleitamento será interrompido, já que a gestante poupa seu organismo em benefício do crescimento do embrião. Então, para não engravidar com 100% de segurança, só praticando a abstinência sexual!
E o relacionamento, o casamento, como ficam perante essa situação? É aí que começa o papel mulher-maravilha: precisamos ser mães e donas-de-casa em tempo integral, já que a função abençoada não respeita finais de semana ou feriados e funciona 24 horas por dia; somos grande parte das vezes profissionais que não querem e nem podem abandonar suas carreiras em nome dos pimpolhos (afinal não estudamos e investimos tanto em nós mesma até hoje para nos limitar a trocar fraldas e dar mamadeiras) e por fim somos aquelas mulheres-amantes por quem nossos companheiros se interessaram e decidiram abraçar o projeto bebê. Podemos execer o papel de mãe automaticamente, por instinto mesmo. Retomar a carreira profissional, às vezes requer um esforço pessoal razoável.
Neste momento o papel ginecologista que acompanhou e acompanha a paciente é de suma importância: explicar tudo o que vimos acima com clareza e disposição para ouvir sua paciente, sugerir algumas mudanças no cotidiano que facilitem a readequação da mulher nesses 3 papéis vitais e, além disso, reconhecer alguns sintomas comuns dessa fase distinguindo a tristeza ou "blues" puerperal normais da famigerada depressão pós-parto. O bom relacionamento médico-paciente é fundamental. Ouvir a paciente , conversar abertamente sobre essas questões e explicar conceitos médico-cientificos que estão rodeando questões enfrentadas por todas as mulheres, facilitam a passagem por este período turbulento e tornam nossa mãe-mulher-amante-paciente muito mais feliz e realizada.

Alimentação da gestante

Constantemente diversos mitos relacionados a alimentação durante a gravidez são abordados na mídia, porém é preciso cautela para escolher um boa dieta e não prejudicar o desenvolvimento do feto. Uma boa alimentação durante a gestação previne a mãe de patologias que podem aparecer a longo prazo.

O consumo de calorias, vitaminas e minerais deve ser maior entre as mulheres grávidas. Para que o peso não ultrapasse a normalidade, o acréscimo de energia deve ser apenas 300 kcal diárias (na média), o que corresponde a dois copos de leite desnatado. Durante a gestação é preciso encontrar um equilibrio, alimentos que são fontes de açucar, bem como óleo e gorduras devem ser ingeridos moderadamente. O excesso de sal e de alimentos indigestos como pepino, pimentão, melancia, pimenta e entre outros devem ser evitados. Café e bebidas alcoólicas também não devem ser consumidos.

Para que esse aumento de calorias seja atingido, a gestante deve fazer de seis a oito refeições por dia, dando preferência ao consumo de frutas, legumes e verduras. Um jejum prolongado favorece a formação de corpos cetônicos, ou seja, as substâncias químicas produzidas pela decomposição das gorduras, quando constituem o único substrato energético da gestante e que pode causar, quando efeitos deletérios para o feto.

No período de formação do bebê, o corpo da mãe utiliza uma parte de líquidos e energia oriundas da alimentação que ajudam no crescimento e na manutenção dos artifícios que protegem o feto, como a placenta e o líquido amniótico. A outra parte da energia fica retida em forma de gordura, localizando-se no abdômen, costas e coxas, sendo utilizada no decorrer da gravidez e do aleitamento. Porém, caso haja um exagero no consumo de calorias, a energia ficará armazenada como gordura localizada. 

terça-feira, 10 de maio de 2011

Sinônimo de Saúde e Amor

Você está grávida e o ciclo da vida continua. Neste momento, muito sentimento e emoções invadem a alma e o coração. Começa um período novo, estranho e repleto de desafios. Os primeiros passos é iniciar a consulta de pré-natal (no mínimo sete visitas ao obstetra são recomendadas) e posteriormente dar sequência ao exames.
O pré-natal é fundamental para o preparo da maternidade e não deve ser encarado como uma simples assistência, mas sim como um trabalho de prevenção com o objetivo de tratar doenças que podem colocar em risco a sua saúde e a do bebê. 
Existem mulheres que correm certos riscos ao engravidar, pois já possuem algum probllema de saúde como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos. Outras são consideradas gestantes de baixo risco que não possuem nenhum problema de saúde, mas poderão vir a desenvolvê-la durante a gestação. 
Para que tudo corra bem, seu médico durante o pré-natal, checar seu ganho de peso a cada consulta, alertando-a quando for exagerado ou ao contrário, quando for insuficiente. Lembre-se: Alimentação equilibrada e controle de peso são pré-requisitos para uma gravidez saudável.
A cada consulta, mede-se a pressão arterial para verificar se a gestante está sujeita à hipertensão e quando preciso é solicitado pelo médico o exame de sangue para checar se há algum tipo de infecção, sinal de diabetes ou presença de proteínas que podem comprometer o funcionamento dos rins, além disso são feitas a pesagem e a medida da barriga com fita métrica.  Já o exame de toque, apesar de não ser realizado em todas as consultas, não dói nem machuca a mãe e o bebê, pois por meio dele o médico obstetra irá calcular não só o crescimento do feto mas também verificar se o aumento do útero está acima da média, principalmente em caso de gêmeos. Além disso mede-se a dilatação do colo do útero e a altura da apresentação fetal.

E detalhe: Não deixe de curtir cada momento de sua gestação!

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