terça-feira, 21 de junho de 2011

Massagem em Bebês

Quem já viu ou ouviu sobre como acalmar os bebês que são agitados ou até mesmo hiperativos? Não só nesses casos, mas também como cólicas que os bebês sentem, entre outras coisas que como desconforto, ajuda muito relaxá-los.

Shantala
Primeiro Toque


Nos 1º dias, o toque, simples carícias será naturalmente suave e sua duração curta, não mais que alguns minutos. Este contato contato evolui gradualmente até o final do 1º mês, quando começa a massagem , cuja duração deverá ficar entre vinte e trinta minutos diários.

O local deve ser acolhedor, sossegado e pelo fato do bebê estar sem roupinha nenhuma a temperatura ambiente deve ser agradável, o melhor momento é de manhã podendo a massagem ser repetida à tardinha, mas é importante que o bebê não esteja de estômago cheio, ou seja, de preferência em jejum.

O objetivo maior da massagem é transmitir ao bebê serenidade, segurança e afeto. As manobras devem ser a um tempo, firmes e suaves. A mãe deve se sentar no chão com as pernas distendidas, a coluna reta sem tensão, bem relaxada, e o bebê ficará disposto sobre suas pernas, a cabecinha acomodada sobre seus joelhos.

A iniciar a massagem, umedeça as mãos com óleo vegetal puro, ouseja, do tipo de óleo que você usaria internamente, pois certamente será absorvido pela pele. Coloque algumas poucas gotas nas palmas das mãos e esfregue-as uma contra outra antes de massagear.

Peito

Passo 1 - coloque  as mãos abertas sobre o peito do bebê, uma de casa lado do osso externo, deslize-as para os lados acompanhando as costelas, alisando a pele no sentido dos braços, repetindo por várias vezes.

Passo 2 - Deslize a mão direita, a partir do lado esquerdo do abdomem até o ombro do bebê, cruzando toda a extensão do tronco, com a mão esquerda faça um movimento no sentido oposto (do abdomem direito ao ombro esquerdo), alternando continuamente as mãos várias vezes.

Braços

Passo 3 - Deite o bebê de lado, com a mãe esquerda segure suas mãozinhas delicadamente e distenda seu braço, mantendo-o levemente esticado para cima. Envolva o ombrinho do bebê com a sua mão direita e faça um movimento de amassamento até o pulso, repita por várias vezes alternando as mãos.

Passo 4 - Coloque uma mão em torno do ombro do bebê e a outra logo abaixo envolvendo seu bracinho e mantendo-o distendido para cima. Faça suaves movimentos de torção com as mãos em sentidos opostos subindo do ombro até a mão, trabalhando mais demoradamente na região do pulso.

Passo 5 - Massageie profusamente a palma da mão, da base até os dedos com seus polegares, depois deslize suavemente seus dedos sobre a mão do bebê, da palma da mão até a ponta dos dedos.

Abdomem

Passo 6 - Com o bebê deitado de costas, faça um trabalho alternado com as mãos deslizando uma após a outra da base das costelas até o baixo ventre. Com as mãos distendidas deslizam e pressionam suavemente o corpo do bebê, como se buscassem esvaziar seu ventre.

Passo 7 - Com a mão esquerda segurando os pés e mantendo suas pernas verticalmente acima do corpo, continue trabalhando o ventre sempre de cima para baixo, usando a mão e também o antebraço direitos.

Pernas

Passo 8 - Envolva a perna do bebê com as mãos em forma cilíndrica, dispostas uma imediatamente após a outra, e faça um movimento de amassamento, da coxa até o tornozelo.

Passo 9 - Com as mãos envolvendo a perna do bebê como no exercício anterior, mas atuando em sentidos opostos, faça movimentos de torção, da base da perna até os pés, dando especial atenção à área do tornozelo.

Passo 10 - Massageie a planta do pé com os polegares, depois trabalhe profusamente usando a palma da mão, repita as manobras 8 a 10 vezes na outra perna do bebê.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ácido Fólico na Gestação

A pedido de uma pessoa muito especial (querida DANI), estou publicando um assunto super importante que inclusive deveria já estar no blog, alias, deveria ser a abertura do blog. Mas tudo bem, nada melhor que dar a atenção a esse pedido especial colocando uma matéria fundamental: Ácido Fólico... Vocês, mulheres que desejam ser mãe, sabem qual é seu papel na nossa vida? Para quem acha que que não é importante antes de durante a gestação, é bom ler abaixo a matéria.

Eu estive lendo algumas matérias que sobre o assunto que eu já tenho aqui comigo, tá certo que procurei também na internet e com certeza importantíssimo para publicar à todas mulheres que pretendem engravidar e até mesmo aquelas que já estão grávidas.


IMPORTÂNCIA DO ÁCIDO FÓLICO

O ácido fólico ou folacina é uma vitamina que trabalha na formação de nossos genes, essenciais para a divisão celular e ainda na formação de células sanguíneas na medula óssea. Na gravidez, é especialmente importante na formação do tubo neural do feto, pois a sua deficiência pode resultar em má formação neural... Está presente no fígado, feijões, vegetais verde-escuro (especialmente espinafre, aspargo e brócolis frescos), carnes magras e pão de trigo integral. Vale ressaltar que os vegetais verde-escuro possuem grandes quantidades de ácido fólico, entretanto devem ser consumidos frescos e natural, pois o armazenamento, a forma de preparo doméstico ou o processamento destes pode ocasionar grandes perdas deste nutriente.


Durante a gestação, é muito importante que a mulher atinja a quantidade diária necessária de ácido fólico, fornecendo quantidades suficientes para auxiliar no crescimento do feto, especialmente na fase inicial da gestação, onde ocorre a maior divisão celular.

Mesmo já ter lido sobre a importância do ácido fólico e ainda não está consciente de que deve tomar antes e durante a gestação, se preparem para saber e se conscientizar se realmente não tem importância seu bebê possa nascer saudável, leiam abaixo o que a falta de ácido fólico pode causar...
Defeitos do Tubo Neural
O Tubo neural é constituído pelos segmentos do organismo que originam o eixo central do sistema nervoso, na cabeça e coluna vertebral do feto. O desenvolvimento adequado desta estrutura é fundamental para que o sistema nervoso termine sua formação de modo completo.
O tubo neural é formado por uma dobra de tecido embrionário chamado ectoderma, que se fecha sobre si mesmo entre 21 e 28 dias após a concepção, época em que a maioria das mulheres nem desconfiam de que estão grávidas. Este processo faz com que os feixes nervosos fiquem protegidos dentro da coluna vertebral e dos ossos do crânio. Em alguns fetos, este fechamento pode acontecer de modo incompleto, permanecendo uma abertura óssea por onde terminações nervosas se exteriorizam, protegidas da ação do líquido amniótico apenas por uma camada de pele ou membrana. Esta alteração da formação normal do feto é chamada de "defeito do fechamento do tubo neural (DTN)", e conhecida popularmente por "espinha bífida".

O defeito do tubo neural pode se apresentar das seguintes formas:
Quando a extremidade superior do tubo neural não se fecha, o feto apresenta malformações no cérebro e calota craniana. Estas malformações são conhecidas como anencefalia e encefalocele. A anencefalia pode ser definida como a ausência completa da calota craniana acima do nível dos olhos. Já a encefalocele é caracterizada por defeitos na formação óssea da calota craniana, por onde podem herniar meninge, medula e até mesmo partes do cérebro

Quando a extremidade inferior do tubo neural não se fecha, ocorrem malformações na coluna vertebral, conhecidas como espinha bífida, meningocele ou meningo-mielocele, geralmente localizadas na região lombar e/ou sacral. Além da coluna, o defeito atinge também os músculos e a pele que recobre a coluna. O resultado é a exposição do conteúdo do canal medular ao líquido amniótico e lesões neurológicas em proporção elevada de casos. Devido à esta lesão de nervos, pode ocorrer uma paralisia da parte inferior do corpo e perda do controle das funções intestinais e da bexiga, levando a incontinências urinárias e fecais.

A hidrocefalia é outra complicação frequente, decorrente da alteração das pressões de líquido cefalorraquidiano, levando a um acúmulo do líquido no interior do cérebro. O evento "espinha bífida" pode ocorrer em qualquer família, independente do passado de problemas congênitos. Qualquer gestante carrega um risco de desenvolver o problema durante uma gravidez. A redução da incidência dos defeitos do fechamento do tubo neural pode ser conseguida através da ingestão de suplementos vitamínicos no período pré-natal. Segundo os estudos científicos, mostram que a ingestão de folato (ácido fólico) no período pré-concepcional), por três meses, até o final do período de fechamento do tubo neural, é capaz de reduzir significativamente a incidência da doença.

O aumento da ingestão de folato na dieta também reduz a incidência de doenças isquêmicas cardíacas (por exemplo, infarto do miocárdio). Existe evidência, ainda, da redução da incidência de fissuras labiais e palatinas (popularmente conhecidas como "lábio leporino"). 

O diagnóstico pré-natal pode ser realizado já no 3º mês de gestação, nos casos mais graves. Com o desenvolvimento fetal, e subsequente crescimento do sistema nervoso, a maioria dos defeitos torna-se identificável ao ultra-som a partir da 18ª semana de gravidez. É importante saber que 10% dos defeitos são ditos "fechados", recobertos por pele, e muitas vezes de difícil visualização pré-natal. A maioria destes casos vai ser suspeitada por alterações secundárias na anatomia cerebral.O diagnóstico também pode ser suspeitado através de uma dosagem sanguínea na mãe, por volta da 16ª semana de gestação. Uma proteína produzida pelo bebê, chamada alfa-fetoproteína, está aumentada no sangue materno na maioria dos casos de defeito de fechamento do tubo neural. Nesta situação, o diagnóstico é confirmado pela dosagem da mesma proteína no liquido amniótico, através de uma amniocentese. Em todo caso, a visualização do defeito na segunda metade da gestação, através da ultra-sonografia, confirma o diagnóstico pré-natal.

O acompanhamento pré-natal orienta o melhor momento para o parto, principalmente nos quadros onde a hidrocefalia progride a níveis acentuados, elevando os riscos de sequelas definitivas. A rotura espontânea da membrana intra-útero é rara, devendo os cuidados serem mantidos para o momento do parto, devido aos traumas diretos na ferida. Durante o acompanhamento especializado, o neurocirurgião pediátrico é contatado, a localização, o tamanho e as lesões secundárias são discutidas, possibilitando uma adequada conduta clínica. Durante o parto, toda a equipe assistente já está ciente do quadro apresentado, encurtando o período de avaliação pré-cirúrgica e os riscos infecciosos.

Apesar dos progressos na avaliação dos casos de defeito de fechamento do tubo neural, o prognóstico é bastante variável. Nos casos de anencefalia, o bebê é considerado inviável, e a manutenção da gravidez visa apenas a entrada da gestante em programas de doação de órgãos, que se encontra em fase tímida no Brasil.

Nos quadros de encefalocele, o prognóstico depende da quantidade de tecido nervoso que exterioriza através do defeito ósseo, bem como da localização do mesmo no crânio. Sequelas neurológicas são bastante comuns nestes casos. O prognóstico da espinha bífida é bastante variável, em um espectro que compreende casos com péssimo resultado neurológico, até pessoas que guardarão apenas na lembrança o fato de terem, elas mesmas, um defeito congênito operado precocemente.

O QUE É ÁCIDO FÓLICO?... uma vitamina que faz parte do complexo B. É um composto necessário tanto para a síntese de ácidos nucléicos (e, portanto, para a fabricação de proteínas e formação dos tecidos do corpo), como para a formação da molécula de hemoglobina (contida nos glóbulos vermelhos do sangue e, essencialmente, a molécula que transporta o oxigênio e gás carbônico nos tecidos).

É IMPORTANTE LEMBRAR QUE O USO TARDIO DESTE SUPLEMENTO VITAMÍNICO, OU SEJA, DEPOIS QUE O TUBO NEURAL JÁ SE FECHOU, É OBVIAMENTE INEFICAZ PARA PREVENIR DEFEITOS DO TUBO NEURAL.