o momento mais esperado do casal: A ida para maternidade, arrumar a malinha da mãe e do bebê, da mãe é fácil, mas e a malinha do bebê, será que é fácil? Pois se deixar a mãe quer levar todo guarda-roupinha... rsrsrs
O QUE A MÃE DEVE LEVAR A MATERNIDADE?
Sabem que a mala da mãe e a bolsa do bebê devem estar prontinhas para a chegada a hora de irem à maternidade a partir da 36º semana de gestação. Não deixe para se organizar na última hora, pois seu bebê poderá ser apressadinho e resolver chegar antes do tempo.
A mala da mãe deve conter no mínimo:
2 camisolas
2 sutiãs de amamentação
2 cintas ou calcinhas-cintas
3 calcinhas
1 caixa de absorvente para seios
1 pacote de absorvente pós-parto
itens de higiene pessoal
e maquiagem se quiser, afinal a mãe vai receber visitinhas e quer estar bonita.
A bolsa do bebê deve ter no mínimo:
3 conjuntinhos completos (calça, camisa de manga ou body, meias e luvas)
1 conjuntinho completo para saída da maternidade
1 manta
pente ou escova de cabelo
3 fraldas de pano
1 par de brincos (caso deseja furar as orelhinhas do bebê ainda na maternidade)
DICAS
Em um saquinho plástico coloque a 1º roupinha que você quer que seu filho use logo após o nascimento, acrescente as meias e luvas, caso esteja muito frio. Use uma etiqueta para fechar o saquinho e nela escreva: "1º troca".
A mãe pode fazer o mesmo com a 2º roupinha e assim até o dia da ida para casa, pois fazendo dessa forma, a bolsa do bebê ficará organizada, e não corrre o risco de deixar nenhuma peça de roupa cair no chão ou até mesmo esquecer na maternidade. Assim vai encontrar tudo com mais agilidade.
Pomada para assadura e sabonete líquido são itens que toda maternidade tem, não precisa se preocupar!
SUPER DICAS PARA MÃES DE PRIMEIRA VIAGEM
Aceite ajuda, para o bem de todos - se você faz questão de assumir todos os cuidados com o bebê, vai precisar de auxilio para organizar o resto, como a casa, por exemplo. Aos poucos, é provável que você perceba que o apoio de pessoas de confiança é melhor para a família. Isso inclui a participação do pai, que é indispensável. No ínicio ele pode se sentir um tanto isolado cabe à mãe tentar envolvê-lo na relação. O pai pode se revezar com a mãe na hora do banho e de trocar fraldas, entre outras tarefas. Isso sem contar no apoio psicológico, que faz a diferença enorme. A vida do casal não pode ficar em segundo plano, tanto que o casal precisam de um tempo livre para sair vez ou outra, nem que seja para tomar um sorvetinho... rsrs
Converse com outras mães - trocar figurinhas com outros pais vai fazer com que você se sinta mais segura, principalmente ao descobrir que não é a única mãe do mundo que pensou em colocar um espelhinho no nariz do bebêpara ver se ele estava respirando. Se durante a gestação a barriga era um ponto de referência para puxar assunto com outras grávidas, agora o olhar se vira para carrinhos e afins, portanto não perca a oportunidade de conversar com as mães que cruzarem o seu caminho, seja na rua, seja no playground ou na sala de espera do consultório médico.
Acredite no instinto maternal - conselhos de pessoas experientes ajudam, mas é importante tomar cuidado com os palpiteiros de plantão. Não há dúvidas de que a mãe é a pessoa mais indicada para cuidar do bebê, afinal ela o conhece melhor do que ninguém. As mães de 1º viagem costumam ficar divididas entre o que dizem as amigas, a própria mãe e o pediatra. O ideal é seguir o bom senso, na maioria das vezes como você vai comprovar com tempo, coração de mãe não se engana.
Amamentar (se possível) é a regra nº1 - os benefícios do aleitamento são indiscutíveis, tanto para mãe quanto para o bebê. Só para citar alguns: imuniza a criança contra infecções, favorece o desenvolvimento dos músculos faciais do bebê, diminui os riscos de sangramento pós-parto e câncer de mama, fortalece o vínculo entre mãe e filho. Até o sexto mês de vida, o leite materno é o único alimento de que o bebê necessita. Mas é importante que as mães sejam paciente, pois a amamentação é um aprendizado, as vezes mãe e filho não se entendem de imediato, levando algum tempo para se adaptar. O processo pode ser facilitado com alguns truques e uma dose extra de boa vontade, porém se por algum motivo a mãe não tiver condições de amamentar, não precisa se sentir culpada, o bebê crescerá normalmente.
Não fique obcecada com o peso - é melhor se conformar: dificilmente você perderá em duas semanas os quilos que levou nove meses para adiquirir. As mulheres acham que já vão sair da maternidade magrinhas. Fique ciente que depois do parto a barriga costuma parecer a mesma do quinto mês de gestação, de fato o corpo precisa de alguns meses para retornar à forma antiga. É claro que a mãe pode ajudar, com as atividades físicas (com a liberação do obstetra) e uma dieta equilibrada, porém nada de exageros: remédios para emagrecer são proibidos para quem está amamentando... A propósito, o aleitamento é um ótimo exercício para perder aqueles aquilinhos, gasta em média 800 calorias por dia (200 a mais do que uma hora de ginástica).
Durma sempre que puder - nos 1º meses, o bebê não tem hora exata para mamar, embora costume chorar de fome num intervalo de duas e meia a quatro horas. Nesse período, também é o momento de trocar as fraldas, isso sem falar no banho diário e outros imprevistos, como aquele parente distante que ligou para saber das novidades. Resumindo, a jornada é longa e contínua! Por isso, um cochilo é bem-vindo a qualquer hora do dia... uma boa dica é descansar entre as mamadas, enquanto o bebê dorme, e não tenha vergonha de restringir o número de visitas. Lembre-se que quanto mais relaxada você estiver, melhor para o bebê.
Pernas pra quem te quero - ficar em casa não soa nada animador, nã é? Especialmente para quem estava habituada a sair todos os dias para o trabalho. Assim que o pediatra der o aval, o que costuma ocorrer um mês após o nascimento, leve o pimpolho para passear. Depois do 1º mês o bebê deve tomar sol pela manhã, os raios solares são essenciais para a fixação da vitamina D, responsável pela absorção de cálcio no organismo e portanto fundamental na formação óssea da criança. Além disso, existe coisa melhor do que receber elogios e sorriso por causa do filho? Quando os passeios forem mais longos, habitue-se a sair de casa carregada, a bolsa de passeio do bebê deve conter fraldas descartáveis, lenços umedecidos, pomada contraassaduras, fraldas de boca, babador, uma muda de roupa, forro para fraldários e etc... Tem ainda o carrinho ou o bebê conforto.
Deixe a criança brincar - parece fácil mas não é, muitas vezes os pais iniciantes acreditam que o filho é tão frágil quanto porcelana. Se pudessem, deixariam o bebê numa bolha anti-séptica, longe de insetos e sujeiras. Acontece que a criança precisa deitar e rolar, literalmente, no chão para desenvolver suas habilidades cognitivas e motoras. A prtir do momento em que aprende a engatinhar, por volta dos 7 meses a criança quer conquistar o mundo, ou seja explorar cada centímetro quadrado da casa, tocando e levando à boca - todos os objetos possíveis e imagináveis que estiverem ao alcance. Com algumas medidas de segurança, como o uso de travas de portas e gavetas, grades, cantoneiras e protetores de tomada, a criança está livre para explorar o ambiente sem riscos. Além disso, mamãe, talvez a vitamina S (de sujeira) não seja tão importante para a saúde, mas dá um toque especial às brincadeiras.
Contenha-se nas compras - Atenção para não levar para sua casa um acessório que a vendendora jurou ser indispensável para seu bebê, como aquele termômetro para medir a temperatura da água do banho, pois outros poderão ser encontrados em modelos mais simples e mais baratos. Um bom exemplo é o carrinho do bebê, que no geral quanto menos equipado mais prático e leve para carregar melhor. Para abater o orçamento, você também pode pedir emprestados alguns itens que a criança usará por poucos meses: moisés, bebê-conforto e roupas entre outros. E não precisa sentir vergonha, o hábito é praxe entre as mães...rsrsrs
Pais heróis não existem na vida real - mães infalíveis são um mito do folclore popular. Os pais têm de aceitar as próprias limitações, errar faz parte, o segredo além de manter a calma, é observar a criança com atenção. Toda vez que algo der errado, os pais devem mudar de estratégia até descobrir a que melhor funiona com o filho. Se o bebê reclamar de uma determinada posição enquanto estiver no colo por exemplo, tenta outra. Simples assim. O que acontece se você não tiver o plano B? Não precisa ter medo de chorar, pois é muito comum se sentir incapaz e abrir o berreiro por coisas banais, como uma fralda que vazou, nos 1º dias. O choro que é praticamente inevitável, é direito da mãe... ajuda a aliviar o estresse. E não se preocupe: as crianças costumam resistir à falta de experiência dos pais de 1º viagem sem grandes traumas, acredite!
CUIDADOS COM A MAMA
A preparação das mamas deve acontecer ainda durante a gestação. É nessa fase que as mamães de 1º viagem devem começar a aprender tudo o que envolve o aleitamento. A mãe pode procurar um pediatra durante a gestação para se interar sobre a importância da amamentação do bebê e os cuidados que deve tomar.
Existem algumas técnicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar probleminhas na hora da amamentação. A regra 1 é lavar o bico do peito apenas com água sem utilizar sabonetes (saiba que os seios já têm uma hidratação natural ideal que deve ser preservada), o banho de sol também é um dos melhores procedimentos para preparar os seios (de 10 a 15 minutos de sol antes das 10horas e depois das 15horas), a massagem também são simples de serem feitas e bastante indicadas pelo médico (segure o seio com as duas mãos sendo uma de cada lado e faça pressão até a base do bico, repetindo o movimento por 5 vezes com delicadeza porém com energia), é um procedimento que ajuda na "descida" do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia. As mulheres com bico do seio invertido devem fazer a massagem específica para estimular a saída do bico para fora, mas não se preocupem que muitas vezes durante a gestação ele sai naturalmente (a gestante pode fazer a massagem da seguinte forma: segure a extremidadedo bico com polegar e o indicador e rode os dedos como se estivesse aumento o volume de rádio).
O PRAZER DE AMAMENTAR O BEBÊ
Atualmente o aleitamento materno está na moda, porém a decisão quanto ao tipo de alimento, natural artificial ou misto e a forma com que será oferecido para o bebê pertence ao mãe e ao pediatra. É um direito seu e deveria ser decidido com toda a tranquilidade e sem culpa. Sabemos que o leite materno é um alimento completo que traz benefícios nutritivos e imunológicos à saúde do bebê e as 1º mamadas são importantes . Apesar disso, não são todas as mães que podem amamentar por várias razões dentre elas: mães portadoras de doenças infecto-contagiosa ou simplesmente por não o desejarem. Outras ainda amamentam apenas por se sentirem pressionadas pelo pai do bebê, pela família, amigos quando na verdade não sentem prazer nenhum, pelo contrário. Desta forma, torna-se prejudicial ao bebê e à relação entre eles, pois ele percebe como é desconfortável para ela amamentá-lo. Seria muito mais saudável se fosse respeitado o desejo de amamentar de outra forma e um bom pediatra poderá orientá-la melhor, embora amamentar seja um processo natural é preciso aprender o modo correto de colocar o seio na boquinha do bebê, para que não engula muito ar e o leite possa sair de forma adequada sem machucar o bico. Algumas mães desistem de dar o peito por surgirem pequenas dificuldades, por se sentirem frustradas e inseguras, porém é muito importante que seja conscientizadas sobre a possibilidade de oferecer o leite materno pelo menos por alguns dias mais, para que os bebês possam se beneficiar dos fatores imunológico transmitidos por elas e que irão protegê-los de infecções e outras doenças.
De qualquer maneira, é necessário esclarecer que mesmo as mães que optam pelo uso de mamadeira, também fortalecem o vínculo entre eles nesses momentos, bem como na troca de fraldas, no banho enfim em todos os cuidados básicos, a´lém de promoverem momentos de pura ternura e amor, respeitando as necessidades de seus filhos e estando po inteiro em cada atividade juntos.
AMAMENTAR CAUSA AFINIDADE COM SEU BEBÊ
Muito se fala dos benefícios que o aleitamento materno traz para a mamãe quanto para o bebê. Uma nova pesquisa indicou que quem amamenta tem uma afinidade maior com seu bebê, além de um forte vínculo entre os dois e as vantagens psicológicas e fisiológicas que a amamentação oferece, amamentar faz com que a mãe identifique o que seu bebê quer. A pesquisa acompanhou 20 mulheres que passaram por uma ressonância magnética funcional enquanto foram expostas as fotos de seus bebês ou ao choro deles. O resultado foi que a parte do cérebro responsável pelas emoções e motivação foi mais ativada nas mamães que amamentavam seus filhos. Isso quer dizer... que o cérebro da mãe é notadamente muito mais receptivo aos sinais do seu bebê do que as mulheres que oferecem mamadeira a criança. Portanto, os bebês que mamam no peito têm suas "vontades" reconhecidas mais prontamente do que aqueles que usam mamadeira. Acredita-se que essa diferença se faz por causa de um hormônio chamado ocitocina que é produzido durante a amamentação e que está relacionado também aos vínculos sociais. Amamentar estimula a produção do hormônio ocitocina e isso pode aumentar os cuidados e a atenção das mamães para seus bebês. Quatro semanas depois do nascimento, a diferença na atenção das mamães que amamentavam e a das mam~es que ofereciam mamadeiras já haviam diminuído, influenciando mais neste momento, a personalidade das mulheres e intensidade emocional nos cuidados com bebê. O estudo ressalta que esses resultados são importantes para as mamães que sofrem de depressão ou tenham problemas, como a pobreza, pois aumenta o vínculo entre mamãe e bebê, importantíssimo para o desenvolvimento global da criança.
O BEBÊ NÃO ENGORDA, SERÁ QUE O LEITE É FRACO?
O peso do bebê é uma preocupação constante no dia a dia da mamãe. "Será que ele comeu bem?", "Esse meu bebê parece fraquinho", "Mamou pouquinho." São questionamento que as mães fazem regularmente. Algumas dicas simples sobre a alimentação dos bebês podem responder as diversas interrogações na mente dos pais.
Saiba uma verdade que se não bem informadas deixa as mães de cabelo em pé: o bebê pode perder até 10 % do peso de nascimento na 1º semana de vida. Isso porque o bebê dentro da barriga não fazia esforço nenhum e assim que nasce precisa sugar, chorar, regular a temperatura do corpo e tudo mais que o bebê faz, aliada à descida do leite da mãe, que pode demorar alguns dias para descer ou mesmo regular a quantidade de leite que o bebê precisa. Um mito que é muito conhecido é que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco. NÃO existe leite materno fraco. Cada mãe produz o leite que seu bebê precisa e na quantidade certa. O organismo da mulher só precisa regular a quantidade de leite nos primeiros dias depois do parto. O mito do leite fraco apareceu quando algumas mães são posicionavam a pega do bebê ao bico de forma correta ou simplesmente ofereciam somente o primeiro leite que é mais aguado.
Para ficar bem claro o que é a "pega do bebê". Se o bebê abocanha somente o bico da mãe não conseguirá retirar muito leite do seio materno, pois essa não é a forma adequada. Além disso, o bebê causará ferimentos no bico e perda de peso. As bolsinhas que guardam o leite ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê deve abocanhar toda a aréola da mãe para que o leite sai de maneira adequada e sustente o bebê.
Segunda explicação: primeiro leite é mais aguado, logo que o bebê começa a sugar é retirado o leite materno que é mais rico em água. Por isso se diz que o bebê nos seis meses de vida não precisa nem de água, somente o leite materno. Depois de um tempinho, o leite que é retirado (tão logo saiu o leite mais aguado) é um leite mais rico em gordura sustentará e dará peso ao bebê. Neste caso, o ideal é que o bebê esvazie um peito, pois assim ele terá o leite aguado (normal ao sair logo de começo), além do mais rico em gordura que vem depois. Se ele beber um pouquinho de um peito e um pouquinho de outro, a probabilidade é que ele beba basicamente o leite "aguado". O certo é colocar o bebê em um peito e deixá-lo esvaziar e só depois oferecer o outro. Desse jeito a mamãe garante que o bebê retire o leite anterior, rico em água, e o posterior rico em gordura.
Fome - Um caso típico... o bebê é colocado no berço e não demora muito para começar a chorar de fome. A mamãe pensa que o leite é fraco. Erro dela, pois ela pode ter oferecido o leite rico em água, sustentando bem pouco o bebê que chora logo de fome e pode perder peso. O bebê pode mamar quando quiser, mas um bebê que fica quase uma hora no peito pode perder mais peso que um bebê que fica apenas dez minutos. Por que isso acontece? O bebê que perde peso mesmo ficando muito tempo pode estar abocanhado de maneira incorreta ou fazendo o peito de chupeta. Isso gera um grande esforço e perda de calorias. Consequentemente ele perde peso. Já o bebê que mama apenas dez minutos e ganha peso deve fazer a pega corretamente, mamar todo o leite anterior e posterior e fica satisfeito, não fazendo mais esforço do que precisa. Fique atenta mamãe, a todas informações mas não acredite em tudo que te falam. Pergunte sempre a um especialista o que é correto e siga as orientações sem"encucar" com os mitos.
TÉCNICAS PARA AMAMENTAR?
Converse com outras mães - trocar figurinhas com outros pais vai fazer com que você se sinta mais segura, principalmente ao descobrir que não é a única mãe do mundo que pensou em colocar um espelhinho no nariz do bebêpara ver se ele estava respirando. Se durante a gestação a barriga era um ponto de referência para puxar assunto com outras grávidas, agora o olhar se vira para carrinhos e afins, portanto não perca a oportunidade de conversar com as mães que cruzarem o seu caminho, seja na rua, seja no playground ou na sala de espera do consultório médico.
Acredite no instinto maternal - conselhos de pessoas experientes ajudam, mas é importante tomar cuidado com os palpiteiros de plantão. Não há dúvidas de que a mãe é a pessoa mais indicada para cuidar do bebê, afinal ela o conhece melhor do que ninguém. As mães de 1º viagem costumam ficar divididas entre o que dizem as amigas, a própria mãe e o pediatra. O ideal é seguir o bom senso, na maioria das vezes como você vai comprovar com tempo, coração de mãe não se engana.
Amamentar (se possível) é a regra nº1 - os benefícios do aleitamento são indiscutíveis, tanto para mãe quanto para o bebê. Só para citar alguns: imuniza a criança contra infecções, favorece o desenvolvimento dos músculos faciais do bebê, diminui os riscos de sangramento pós-parto e câncer de mama, fortalece o vínculo entre mãe e filho. Até o sexto mês de vida, o leite materno é o único alimento de que o bebê necessita. Mas é importante que as mães sejam paciente, pois a amamentação é um aprendizado, as vezes mãe e filho não se entendem de imediato, levando algum tempo para se adaptar. O processo pode ser facilitado com alguns truques e uma dose extra de boa vontade, porém se por algum motivo a mãe não tiver condições de amamentar, não precisa se sentir culpada, o bebê crescerá normalmente.
Não fique obcecada com o peso - é melhor se conformar: dificilmente você perderá em duas semanas os quilos que levou nove meses para adiquirir. As mulheres acham que já vão sair da maternidade magrinhas. Fique ciente que depois do parto a barriga costuma parecer a mesma do quinto mês de gestação, de fato o corpo precisa de alguns meses para retornar à forma antiga. É claro que a mãe pode ajudar, com as atividades físicas (com a liberação do obstetra) e uma dieta equilibrada, porém nada de exageros: remédios para emagrecer são proibidos para quem está amamentando... A propósito, o aleitamento é um ótimo exercício para perder aqueles aquilinhos, gasta em média 800 calorias por dia (200 a mais do que uma hora de ginástica).
Durma sempre que puder - nos 1º meses, o bebê não tem hora exata para mamar, embora costume chorar de fome num intervalo de duas e meia a quatro horas. Nesse período, também é o momento de trocar as fraldas, isso sem falar no banho diário e outros imprevistos, como aquele parente distante que ligou para saber das novidades. Resumindo, a jornada é longa e contínua! Por isso, um cochilo é bem-vindo a qualquer hora do dia... uma boa dica é descansar entre as mamadas, enquanto o bebê dorme, e não tenha vergonha de restringir o número de visitas. Lembre-se que quanto mais relaxada você estiver, melhor para o bebê.
Pernas pra quem te quero - ficar em casa não soa nada animador, nã é? Especialmente para quem estava habituada a sair todos os dias para o trabalho. Assim que o pediatra der o aval, o que costuma ocorrer um mês após o nascimento, leve o pimpolho para passear. Depois do 1º mês o bebê deve tomar sol pela manhã, os raios solares são essenciais para a fixação da vitamina D, responsável pela absorção de cálcio no organismo e portanto fundamental na formação óssea da criança. Além disso, existe coisa melhor do que receber elogios e sorriso por causa do filho? Quando os passeios forem mais longos, habitue-se a sair de casa carregada, a bolsa de passeio do bebê deve conter fraldas descartáveis, lenços umedecidos, pomada contraassaduras, fraldas de boca, babador, uma muda de roupa, forro para fraldários e etc... Tem ainda o carrinho ou o bebê conforto.
Deixe a criança brincar - parece fácil mas não é, muitas vezes os pais iniciantes acreditam que o filho é tão frágil quanto porcelana. Se pudessem, deixariam o bebê numa bolha anti-séptica, longe de insetos e sujeiras. Acontece que a criança precisa deitar e rolar, literalmente, no chão para desenvolver suas habilidades cognitivas e motoras. A prtir do momento em que aprende a engatinhar, por volta dos 7 meses a criança quer conquistar o mundo, ou seja explorar cada centímetro quadrado da casa, tocando e levando à boca - todos os objetos possíveis e imagináveis que estiverem ao alcance. Com algumas medidas de segurança, como o uso de travas de portas e gavetas, grades, cantoneiras e protetores de tomada, a criança está livre para explorar o ambiente sem riscos. Além disso, mamãe, talvez a vitamina S (de sujeira) não seja tão importante para a saúde, mas dá um toque especial às brincadeiras.
Contenha-se nas compras - Atenção para não levar para sua casa um acessório que a vendendora jurou ser indispensável para seu bebê, como aquele termômetro para medir a temperatura da água do banho, pois outros poderão ser encontrados em modelos mais simples e mais baratos. Um bom exemplo é o carrinho do bebê, que no geral quanto menos equipado mais prático e leve para carregar melhor. Para abater o orçamento, você também pode pedir emprestados alguns itens que a criança usará por poucos meses: moisés, bebê-conforto e roupas entre outros. E não precisa sentir vergonha, o hábito é praxe entre as mães...rsrsrs
Pais heróis não existem na vida real - mães infalíveis são um mito do folclore popular. Os pais têm de aceitar as próprias limitações, errar faz parte, o segredo além de manter a calma, é observar a criança com atenção. Toda vez que algo der errado, os pais devem mudar de estratégia até descobrir a que melhor funiona com o filho. Se o bebê reclamar de uma determinada posição enquanto estiver no colo por exemplo, tenta outra. Simples assim. O que acontece se você não tiver o plano B? Não precisa ter medo de chorar, pois é muito comum se sentir incapaz e abrir o berreiro por coisas banais, como uma fralda que vazou, nos 1º dias. O choro que é praticamente inevitável, é direito da mãe... ajuda a aliviar o estresse. E não se preocupe: as crianças costumam resistir à falta de experiência dos pais de 1º viagem sem grandes traumas, acredite!
CUIDADOS COM A MAMA
A preparação das mamas deve acontecer ainda durante a gestação. É nessa fase que as mamães de 1º viagem devem começar a aprender tudo o que envolve o aleitamento. A mãe pode procurar um pediatra durante a gestação para se interar sobre a importância da amamentação do bebê e os cuidados que deve tomar.
Existem algumas técnicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar probleminhas na hora da amamentação. A regra 1 é lavar o bico do peito apenas com água sem utilizar sabonetes (saiba que os seios já têm uma hidratação natural ideal que deve ser preservada), o banho de sol também é um dos melhores procedimentos para preparar os seios (de 10 a 15 minutos de sol antes das 10horas e depois das 15horas), a massagem também são simples de serem feitas e bastante indicadas pelo médico (segure o seio com as duas mãos sendo uma de cada lado e faça pressão até a base do bico, repetindo o movimento por 5 vezes com delicadeza porém com energia), é um procedimento que ajuda na "descida" do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia. As mulheres com bico do seio invertido devem fazer a massagem específica para estimular a saída do bico para fora, mas não se preocupem que muitas vezes durante a gestação ele sai naturalmente (a gestante pode fazer a massagem da seguinte forma: segure a extremidadedo bico com polegar e o indicador e rode os dedos como se estivesse aumento o volume de rádio).
O PRAZER DE AMAMENTAR O BEBÊ
Atualmente o aleitamento materno está na moda, porém a decisão quanto ao tipo de alimento, natural artificial ou misto e a forma com que será oferecido para o bebê pertence ao mãe e ao pediatra. É um direito seu e deveria ser decidido com toda a tranquilidade e sem culpa. Sabemos que o leite materno é um alimento completo que traz benefícios nutritivos e imunológicos à saúde do bebê e as 1º mamadas são importantes . Apesar disso, não são todas as mães que podem amamentar por várias razões dentre elas: mães portadoras de doenças infecto-contagiosa ou simplesmente por não o desejarem. Outras ainda amamentam apenas por se sentirem pressionadas pelo pai do bebê, pela família, amigos quando na verdade não sentem prazer nenhum, pelo contrário. Desta forma, torna-se prejudicial ao bebê e à relação entre eles, pois ele percebe como é desconfortável para ela amamentá-lo. Seria muito mais saudável se fosse respeitado o desejo de amamentar de outra forma e um bom pediatra poderá orientá-la melhor, embora amamentar seja um processo natural é preciso aprender o modo correto de colocar o seio na boquinha do bebê, para que não engula muito ar e o leite possa sair de forma adequada sem machucar o bico. Algumas mães desistem de dar o peito por surgirem pequenas dificuldades, por se sentirem frustradas e inseguras, porém é muito importante que seja conscientizadas sobre a possibilidade de oferecer o leite materno pelo menos por alguns dias mais, para que os bebês possam se beneficiar dos fatores imunológico transmitidos por elas e que irão protegê-los de infecções e outras doenças.
De qualquer maneira, é necessário esclarecer que mesmo as mães que optam pelo uso de mamadeira, também fortalecem o vínculo entre eles nesses momentos, bem como na troca de fraldas, no banho enfim em todos os cuidados básicos, a´lém de promoverem momentos de pura ternura e amor, respeitando as necessidades de seus filhos e estando po inteiro em cada atividade juntos.
AMAMENTAR CAUSA AFINIDADE COM SEU BEBÊ
Muito se fala dos benefícios que o aleitamento materno traz para a mamãe quanto para o bebê. Uma nova pesquisa indicou que quem amamenta tem uma afinidade maior com seu bebê, além de um forte vínculo entre os dois e as vantagens psicológicas e fisiológicas que a amamentação oferece, amamentar faz com que a mãe identifique o que seu bebê quer. A pesquisa acompanhou 20 mulheres que passaram por uma ressonância magnética funcional enquanto foram expostas as fotos de seus bebês ou ao choro deles. O resultado foi que a parte do cérebro responsável pelas emoções e motivação foi mais ativada nas mamães que amamentavam seus filhos. Isso quer dizer... que o cérebro da mãe é notadamente muito mais receptivo aos sinais do seu bebê do que as mulheres que oferecem mamadeira a criança. Portanto, os bebês que mamam no peito têm suas "vontades" reconhecidas mais prontamente do que aqueles que usam mamadeira. Acredita-se que essa diferença se faz por causa de um hormônio chamado ocitocina que é produzido durante a amamentação e que está relacionado também aos vínculos sociais. Amamentar estimula a produção do hormônio ocitocina e isso pode aumentar os cuidados e a atenção das mamães para seus bebês. Quatro semanas depois do nascimento, a diferença na atenção das mamães que amamentavam e a das mam~es que ofereciam mamadeiras já haviam diminuído, influenciando mais neste momento, a personalidade das mulheres e intensidade emocional nos cuidados com bebê. O estudo ressalta que esses resultados são importantes para as mamães que sofrem de depressão ou tenham problemas, como a pobreza, pois aumenta o vínculo entre mamãe e bebê, importantíssimo para o desenvolvimento global da criança.
O BEBÊ NÃO ENGORDA, SERÁ QUE O LEITE É FRACO?
O peso do bebê é uma preocupação constante no dia a dia da mamãe. "Será que ele comeu bem?", "Esse meu bebê parece fraquinho", "Mamou pouquinho." São questionamento que as mães fazem regularmente. Algumas dicas simples sobre a alimentação dos bebês podem responder as diversas interrogações na mente dos pais.
Saiba uma verdade que se não bem informadas deixa as mães de cabelo em pé: o bebê pode perder até 10 % do peso de nascimento na 1º semana de vida. Isso porque o bebê dentro da barriga não fazia esforço nenhum e assim que nasce precisa sugar, chorar, regular a temperatura do corpo e tudo mais que o bebê faz, aliada à descida do leite da mãe, que pode demorar alguns dias para descer ou mesmo regular a quantidade de leite que o bebê precisa. Um mito que é muito conhecido é que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco. NÃO existe leite materno fraco. Cada mãe produz o leite que seu bebê precisa e na quantidade certa. O organismo da mulher só precisa regular a quantidade de leite nos primeiros dias depois do parto. O mito do leite fraco apareceu quando algumas mães são posicionavam a pega do bebê ao bico de forma correta ou simplesmente ofereciam somente o primeiro leite que é mais aguado.
Para ficar bem claro o que é a "pega do bebê". Se o bebê abocanha somente o bico da mãe não conseguirá retirar muito leite do seio materno, pois essa não é a forma adequada. Além disso, o bebê causará ferimentos no bico e perda de peso. As bolsinhas que guardam o leite ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê deve abocanhar toda a aréola da mãe para que o leite sai de maneira adequada e sustente o bebê.
Segunda explicação: primeiro leite é mais aguado, logo que o bebê começa a sugar é retirado o leite materno que é mais rico em água. Por isso se diz que o bebê nos seis meses de vida não precisa nem de água, somente o leite materno. Depois de um tempinho, o leite que é retirado (tão logo saiu o leite mais aguado) é um leite mais rico em gordura sustentará e dará peso ao bebê. Neste caso, o ideal é que o bebê esvazie um peito, pois assim ele terá o leite aguado (normal ao sair logo de começo), além do mais rico em gordura que vem depois. Se ele beber um pouquinho de um peito e um pouquinho de outro, a probabilidade é que ele beba basicamente o leite "aguado". O certo é colocar o bebê em um peito e deixá-lo esvaziar e só depois oferecer o outro. Desse jeito a mamãe garante que o bebê retire o leite anterior, rico em água, e o posterior rico em gordura.
Fome - Um caso típico... o bebê é colocado no berço e não demora muito para começar a chorar de fome. A mamãe pensa que o leite é fraco. Erro dela, pois ela pode ter oferecido o leite rico em água, sustentando bem pouco o bebê que chora logo de fome e pode perder peso. O bebê pode mamar quando quiser, mas um bebê que fica quase uma hora no peito pode perder mais peso que um bebê que fica apenas dez minutos. Por que isso acontece? O bebê que perde peso mesmo ficando muito tempo pode estar abocanhado de maneira incorreta ou fazendo o peito de chupeta. Isso gera um grande esforço e perda de calorias. Consequentemente ele perde peso. Já o bebê que mama apenas dez minutos e ganha peso deve fazer a pega corretamente, mamar todo o leite anterior e posterior e fica satisfeito, não fazendo mais esforço do que precisa. Fique atenta mamãe, a todas informações mas não acredite em tudo que te falam. Pergunte sempre a um especialista o que é correto e siga as orientações sem"encucar" com os mitos.
TÉCNICAS PARA AMAMENTAR?
O momento da mamada é único e merece uma preparação toda especial. Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar a pega.
Existem três posições mais comum, mas nada impede mãe e bebê de acharem uma forma mais agradável de se acomodar na hora da mamada. A posição ideal é aquela onde ambos ficam confortáveis, com o bebê alinhado ao corpo da mãe.
A posição tradicional é a sentada, onde o bebê fica de frente pra mãe, barriga com barriga, e quanto mais colados estiverem, mais fácil é a amamentação. Na posição sentada inversa, a mãe deve segurar o bebê como se fosse uma bola de futebol americano, colocando o corpinho debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. A mãe apóia o corpo do bebê com o braço e a cabeça com a mão, essa posição facilita o bebê a pegar uma boa parte da auréola. Algumas mães, especialmente as que se submetem à cesariana, optam por amamentar os filhos deitadas, onde o bebê fica de frente para mãe, barriga com barriga.
Depois de achar a melhor posição, o primeiro passo é colocar o seio na boca do bebê, ao tocar o mamilo no lábio infeior do bebê ele abrirá a boca e nessa hora a mãe deve colocar ao máximo da auréola na sua boquinha, puxando firmemente a sua cabeça para a mama. Independentemente da posição que a mãe escolher para amamentar o bebê, é importante que ela esteja relaxada, confortável e bem apoiada, sem se curvar para frente ou para trás. O bebê, da mesma forma tem que estar posicionado corretamente, com o corpo junto ao da mãe, na altura da mama, os quadris seguros e o pescoço levemente esticado.
Para ter uma boa pega, a boca do bebê deve ser levada em direção ao mamilo e não ao contrário. A mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um "C". Ao mamar, a boca do bebê deve estar bem aberta, com os lábios para fora, abocanhando quase toda a auréola e não somente o bico do peito, e as mamadas serão grandes e espaçadas. Quando for tirar a criança do peito, é bom usar a técnica conhecida popularmente como "técnica do dedo mínimo", onde a mãe coloca o dedinho na boca da criança para enganá-la, ela aceita trocar o bico do peito pelo dedinho e assim não puxa o mamilo da mãe com força. Quando o bebê largar a mama, os mamilos devem estar levemente alongados e redondos. Amamentação com posionamento e pega corretos não dói, e é um momento bastante agradável para a mãe e para o bebê.
O PAPEL DO PAI NA AMAMENTAÇÃO
Amamentar não é tarefa fácil, principalmente quando a mulher tem que conciliar filhos, casa e marido. E é nessa hora que o papai surge para incentivar, ajudar e participar de todos os momentos, difíceis ou não. O pós-parto pode trazer uma tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação à sua própria amamentação. O apoio e incentivo do papai são essenciais para que a mamãe se reestruture, se reorganize e sinta-se capaz de amamentar.
A mamãe deve pedir que o papai participe da amamentação sempre que possível, pois a presença e carinho dele durante a amamentação fortalecem o vínculo afetivo entre ele, a mamãe e o bebê. Lembre-se que o bebê necessita de muitos cuidados e a amamentação demanda tempo. E esse tempo era o tempo que antes a mulher tinha para deixar a casa impecável, fazer refeições maravilhosas e se arrumar. Agora a mulher que já é mamãe encontrará dificuldades em fazer tudo o que fazia antes, além de cuidar do pequeno ser.
Pai perfeito - o papai deve ser compreensivo, não ser "reclamão" e ajudar nos afazeres domésticos, cuidados com o bebê e, principalmente, com os outros filhos (se tiver). A mamãe também precisa de descanso e de alguém como o papai que possa ajudar a cuidar do bebê no que se refere à troca de fraldas, banho, vestir e dar colo. Na hora em que a mamãe estiver amamentando, o pai pode levar líquidos como água e suco para sua esposa. Isso é um sinal de atenção. O período de amamentação requer a ingestão de bastante líquido. Brigas e discussões causam estresse na mamãe podendo prejudicar na descida do leite e comprometer o aleitamento materno tão importante para o bebê. A paciência deve ser uma das qualidades que o homem deve exercitar muito nesse período, ainda mais poruqe nessa fase a mulher fica cansada e por isso mais irritada e impaciente.
Como ajudar? Para incentivar o aleitamento materno, o papai deve ter atitude e não levar para a casa mamadeiras, chupetas ou latas de leite que podem levar ao desmame precoce. O aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida, aliado ao amor dos pais, são o que o bebê mais precisa para crescer inteligente e saudável.





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